10, 9.5, 9 são as notas mais esperadas pelos alunos, mas tirar 10 em uma prova só mostra que você é aplicado e estuda.
Das coisas que aprendemos durante esses três anos de faculdade, posso enfatizar o RELACIONAMENTO: este é o ponto de partida para todos os projetos de relações públicas e é também a parte mais difícil de ser trabalhada. Não adianta você saber se relacionar na teoria.
Imagino como seria uma empresa onde os funcionários trabalham todos os dias juntos e se quer mantêm um relacionamento estável com seus colegas, clientes, fornecedores e imprensa, não existiria negocio vantajoso para ambas as partes, nem satisfação dos funcionários.
Não só no relacionamento, mas tudo que aprendemos até hoje, deve ser colocado em pratica enquanto estamos na academia, pois o mercado lá fora, nos coloca em situações que devemos concorrer com os 10s da vida.
Daqueles 10 acadêmicos nem todos serão lembrados ou valorizados na vida profissional. Então o recado que eu deixo é: TIRE 10 E VIVA ESTE 10, NÃO DEIXE SÓ NO PAPEL!
Luana Tenório
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
Os 10 da vida
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segunda-feira, 19 de novembro de 2007
RP e Meio Ambiente
A partir do século XX é que as pessoas se tornaram mais preocupadas com o Meio Ambiente, devido ao aumento das novas tecnologias, o que acabou gerando aumento de informações, porém criou-se a necessidade de buscar imagens positivas da sociedade na qual estamos inseridos.
Para o profissional de Relações Públicas surge um novo campo de trabalho, onde antes de passar a trabalhar atuando em prol do Meio Ambiente é necessário que o profissional opere tão estrategicamente como nas demais abordagens da comunicação da empresa; desse modo partir de pesquisas e ter um planejamento estratégico bem delineado são premissas essenciais para garantir os resultados esperados e minimizar riscos.
O papel do profissional de Relações Públicas é, essencialmente, conhecer todos os seus públicos e conscientizá-los quanto às demandas ambientais, assumindo campanhas de comunicação com caráter bem educacional, de modo que haja o envolvimento e o engajamento nessas questões.
Mas questiono se o profissional de Relações Públicas, além desse papel de educador ambiental e agente de transformação social, não deveria dedicar-se mais a contribuir participar dos comitês corporativos que são responsáveis pelo estabelecimento de políticas ambientais, afinal trata-se de responsabilidade social corporativa e a comunicação dessa postura da empresa está absolutamente ligada à RP.
Tenho convicção de que podemos ir além do instrumental, aliás, que devemos ir ao nível estratégico, até mesmo para efetivamente ir ao encontro das demandas ambientais e da adequação e necessidade de cada público, do contrário continuaremos nas ações pontuais, midiáticas com algum resultado, mas sem a expressão que o tema pede.
Patrícia Ferreira da Costa Pedroso
Para o profissional de Relações Públicas surge um novo campo de trabalho, onde antes de passar a trabalhar atuando em prol do Meio Ambiente é necessário que o profissional opere tão estrategicamente como nas demais abordagens da comunicação da empresa; desse modo partir de pesquisas e ter um planejamento estratégico bem delineado são premissas essenciais para garantir os resultados esperados e minimizar riscos.
O papel do profissional de Relações Públicas é, essencialmente, conhecer todos os seus públicos e conscientizá-los quanto às demandas ambientais, assumindo campanhas de comunicação com caráter bem educacional, de modo que haja o envolvimento e o engajamento nessas questões.
Mas questiono se o profissional de Relações Públicas, além desse papel de educador ambiental e agente de transformação social, não deveria dedicar-se mais a contribuir participar dos comitês corporativos que são responsáveis pelo estabelecimento de políticas ambientais, afinal trata-se de responsabilidade social corporativa e a comunicação dessa postura da empresa está absolutamente ligada à RP.
Tenho convicção de que podemos ir além do instrumental, aliás, que devemos ir ao nível estratégico, até mesmo para efetivamente ir ao encontro das demandas ambientais e da adequação e necessidade de cada público, do contrário continuaremos nas ações pontuais, midiáticas com algum resultado, mas sem a expressão que o tema pede.
Patrícia Ferreira da Costa Pedroso
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